Quando de novo nascer,
Não me deixes ganhar consciência,
Pois não quero de novo parecer
Os Cristos por ele pintado,
Os Cristos que querem partir
Em mil e umas direcções,
Mas que estão pregados em uma só condição,
Sangrando abundantemente.
Entregues a sua inconstante consciência.
domingo, 9 de março de 2008
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